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Parque dos Lírios e família Santos: uma ligação eterna

No início dos anos 80, a história da família Santos cruzou com a do Parque dos Lírios. Um encontro que tocaria o coração de todos e ganharia laços eternos. O chefe de caldeira aposentado Arlindo Joaquim dos Santos, junto com sua família, mudava de vida mais uma vez ao decidir morar em Araraquara. Mais especificamente no Jardim Botânico – na época, com pouquíssimas casas e ruas de terra.
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Sérgio Grande: o marido, o pai e o avô

Aos 10 anos, o garoto Sérgio Grande mudou-se de Ribeirão Bonito para a cidade na qual construiria toda a sua vida. Mais do que isso, àquela que ganharia todo o seu
coração: Araraquara.
Foi na Morada do Sol que Sérgio conheceu a esposa, com quem permaneceu casado por toda a vida. Teve seu único e tão desejado filho, Serginho. Ganhou a maior paixão da sua vida, o neto Francisco. Fez carreira como administrador de empresas e engenheiro de solos. Desenvolveu o seu lado artístico, ganhando destaque na pintura. Atuou junto à comunidade em prol de todos. Sem dúvida, essas foram as principais partes da vida de Serjão, como era popularmente conhecido.
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Orlene Lopes: a importância da prevenção

Falar de Orlene Teresinha Decarli Lopes é lembrar-se da sua risada escandalosa e sua energia contagiante. É sentir o cheiro do café recém-passado e da Cuca quentinha (pão doce tradicional do Rio Grande do Sul). É encontrá-la no início da manhã ou no final da tarde sempre com o chimarrão na mão. É ter a casa sempre cheia de amigos, vizinhos, família – principalmente os netos. Ah, os netos. Sempre por ali, rodeando-a, já que Orlene fazia questão de ajudar na criação deles. “Falar da minha mãe é lembrar apenas de coisas boas. Ela era uma pessoa incrível e muito amada por todos”, afirma Michele Decarli Lopes Forini, a filha mais velha de Orlene, juntamente com o irmão gêmeo Maicon. Além deles, a família é composta pela filha caçula, Mirlei, pelo marido, Sidney, pelos netos Poliana, Michel, Beatriz, Lohana, Jhúlia, Lauane e Larissa e o bisneto Kauã.
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Plan Ahead

Ainda há tempo

Sempre demonstrei como me sentia, sendo carinhosa e mostrando o quanto de amor tinha dentro do meu peito. Lia poemas, cantava músicas que me lembravam ele, abraçava em público. Fazia graça só para ver ele sorrir, mesmo que acanhado. Saiba Mais